Skip to content

Mix Tape Especial: Drone

30/08/2011

Uma destruidora mix tape sobre drone, onde o Vakka (Intervalo Banger) polemiza com suas escolhas – algumas para lá de inusitadas.

Introdução por Leandro Márcio (le_marcio@yahoo.com.br)
Textos da mix por Vakka (intervalobanger@gmail.com)

.

Lento, climático, etéreo, opressor: esses e outros adjetivos podem ser colocados no campo semântico da definição do que é drone, palavra que já há tempos ocupa o vocabulário das publicações e fãs de música mais underground. Durante os últimos anos, algumas bandas se tornaram um quase-sinônimo do que é drone – e nisso o papel do Sunn O))) e da gravadora Southern Lod foi decisivo.

Convidamos o Vakka, editor do blog Intervalo Banger, que entrevistamos em um post passado, para ser o curador de uma mix tape com este tema. Interessado por tudo o que se relaciona ao drone, as músicas escolhidas refletem o polêmico ponto de vista do rapaz: a aclamação do drone como estilo musical é um erro. Veja o que ele tem dizer:

.

A começar, drone não é estilo e como disse o próprio Randall Dunn (produtor do Sunn O))), Earth e músico no Masters Musicians of Bukkake) é uma ferramenta dentro da música. Na real, o drone é tão antigo quanto a própria música, em música propriamente estruturada/tribal/ritualistica de diversas civilizações. Se os estudantes e teóricos da música me permitirem, eu diria que o drone é o Neandertal (em escala evolutiva) da melodia.

Acho que drone, depois do hype Sunn O))), ficou atrelado geneticamente à eles e os derivados. O próprio Stephen O´Malley, porém, tenta fazer essa divisão, mas já é tarde demais, já está tudo embalado e empacotado.

 .

O critério que o Vakka utilizou para a escolha das músicas baseou-se em um cálculo matemático: estruturas de composição baseadas no mínimo em 70% de drones. Dessa forma, ao ouvinte habituado com os medalhões do “estilo” (em aspas, para fazer coro à proposta do autor da mix tape, que não acredita em drone como estilo) algumas surpresas estarão reservadas. Aos que estão sendo agora apresentados ao estilo, terão um excelente guia para os primeiros passos.

.

.

1. Funerary Call – Words Of Power

.


.
Eu quis começar essa mixtape com alguma banda inusitada, mas estamos falando de drones, e acho que quanto mais minimalista e “sóbrio”, melhor. Pelo menos é como prefiro.

Então fui por outro caminho, procurando qual banda teria uma história massa para abrir, e na hora lembrei-me do Funerary Call. Essa banda é formada por membros do rolê Black Metal Ross Bay (os War Cult canadenses). Aliás, foi formada em 1993 pelo H. MacFarlane, que além de tudo, foi membro do Conqueror por muito tempo. Também já colaboraram com ele: Shawn Hache (Mitochondrion), R. Förster (Domini Inferi, Blasphemy, Revenge, Godless North), J. Read (Axis of Advance, Cremation, Arkhon Infaustus, Kerasphorus, Revenge e Blood Revolt). Só peixe grande da “cena”.

A Words of Power é do play de 2010, Dark Waters Stirred, e foi escolhida porque cria parte dos drones na música a partir de tambores (que imagino serem gigantes), tocados em um ritmo lento, porém militar. Os tambores passam uma puta impressão da pele reverberando por um bom tempo (considerando que se trata de um instrumento de percussão). Fora as interferências noise que ele vai adicionando ao longo dos quase sete minutos do som. Fodido!

[+] Funerary Call MySpace

.

2. AETHENOR – IV


.

O Aethenor é um pitelzinho. Uma colaboração das mentes mais ativas/produtivas da música experimental dos últimos anos. Krystoffer Ryggs e Daniel O’Sullivan (Ulver), Stephen O’Malley (Sunn O))) ) e Vincent de Roguin (Shora). Ponto.
Certamente isso daria certo, só que quem faz o vocal é o genial David Tibet, aka Anok Pe (Current 93). Aliás, se não me engano, a colaboração Stephen O’Malley/Garm começou em 2006 quando o cabeça do Ulver co-produziu a CUTWOODeD, um som do Sunn O))) que vem no WHITEbox em que ele também participa.

Faking Gold & Murder é lindíssimo do começo ao fim. A voz do Tibet e a forma como ele interpreta são dignas de um Oscar e eu escolhi IV porque é a música mais carregada do disco, embora a mais curta.

[ + ] Aethenor MySpace

.

3. BURIAL CHAMBER TRIO – Side B

.

.

Essa música foi retirada do WVRM, play ao vivo que saiu no mesmo ano do homônimo. Eu peguei esse original e o ouço direto, a parada é espetacular: um picture 10″, com capa transparente e ilustrações do Seldon Hunt.

O Burial Chamber Trio é, na verdade, o Sunn O))) sem o Stephen O´Malley. Inclusive, conta com o Oren Ambarchi, também do Sunn O))). Pelo que me lembro, o Greg Anderson não podia estar no rolê que o Sunn O))) faria em Israel, então eles montaram um esquema para fazer esse show, e viraram o Gravetemple . Quando eles voltaram, quem não podia estar na tour era o Stephen O’Malley, então nasceu o Burial Chamber Trio.

A Side B foi escolhida porque começa com o vocal do Attila dando umas risadas que mais parece um gorila. Puta vocal decrépito do caralho! Depois o que você vai ouvir é o que já está habituado com o Sunn O))): drones de guitarra e baixo se arrastando, fritando no volume máximo e altamente saturado. Lindo!

.

4. BURIAL HEX – Go Crystal Tears

.

.

Essa é uma one man’s band muito mais para um dark/ambient/noise. Mas o mano tem a manha. Especificamente, esse som inteiro é construindo em um drone lindamente monótono que mais lembra uma buzina de caminhão tocado por seis minutos sem parar (obviamente produzida e baixa, só para fazer a camada).

Ao longo do som ele inclui elementos eletrônicos e um vocal no mesmo esquema do Deinonychus e Bethlehem.

[+] Burial Hex MySpace

.

5. EARTH – A Plague of Angels

.

.

Do EP Hibernaculum. É um play de regravações de sons antigos tocados na pegada do Hex: Or Printing in the Infernal Methods, embrião do Earth post-millennium, afinal o Hex é o primeiro full lenght deles na década.

A Plague of Angels é um som que tinha saído em um split com o Sunn O))) para promover uma tour. Acho que não consta nem como discografia original, mas eles regravaram para o Hibernaculum. O disco, assim como o Hex, segue o lance desert/western noir que tornou-se marca registrada do Earth. Uma formosura esse menino, tá louco.

.

6. EARTH – Tibetan Quaalude

.

Agora sim! Eu piro no Phase 3. Na verdade, piro em todos! Até no Pentastar que todos odeiam, mas acho que só porque ainda não foram iluminados ahaha. Tá certo que se você compara com o Earth 2 chega a ser humilhante, mas vale o passatempo.

Esse som lembra mais a fritação do Earth 2, só que é uma imundice. O drone já começa quando abre o volume das guitarras em uma puta sujeira, embora tenha ainda um riff “melódico”. O que o Stephen O’Malley mamou desses caras não está escrito. Ponto para ele.

[+] Earth MySpace

.

7. BLACK BONED ANGEL- II8

.

.

O Black Boned Angel é uma banda da Nova Zelândia cujos envolvidos já tinham outros projetos de música experimental, só que resolveram levar a coisa a sério e de um jeito muito mais pesado e lento. Aliás, deu para ver que os caras curtem Godflesh, né? O nome da banda foi tirado de um som do Selfless. E não que a música feita pelo Black Boned tenha alguma coisa a ver. Na real não tem quase nada, você encontra muito mais elementos do Monarch, Moss, Nadja e adjacentes.

Escolhi a II porque esse som de 26 minutos foi tirado justamente de uma colaboração entre eles e o Nadja. Uma má vontade de dar gosto. O som é tão denso que, com mais 30% de massa sonora, tenho certeza que a onda sonora se transformaria em sólida. Drone/doom de fino trato!

[+] Black Boned Angel MySpace

.

8. JONSI AND ALEX – Happiness

.

.

Acho que esse é o mais inesperado da lista. Jonsi and Alex é uma colaboração entre o Jonsi do Sigur Rós e o seu produtor e marido Alex. Eu curto muita coisa do Sigur Rós, acho a voz do Jonsi, mesmo sendo em falsetes, espetacular. Mas o que eles fazem aqui é muito baseado em drones, só que mais em uma vibe ambient/ethereal, utilizando instrumentos que já são habituais nos trabalhos do Jonsi, além da própria voz dele (que é utilizada apenas como outro instrumento, produzindo sons sem articular palavras).

Obviamente quase que proposital escolher alguma coisa menos doom, e mais ambient… Drones ficaram muito estigmatizados com a síndrome Southern Lord/drone doom. Não que não eu goste, sou maluco por isso, mas é que os drones são uma coisa e drone, como estilo, é outra.

Escolhi a Happiness porque na real é o som de abertura do Riceboy Sleeps e engloba muito do que você vai ouvir no restante do disco, inclusive as incursões de vocal do Jonsi, embora pudesse ter escolhido qualquer uma. O play é animal.

[+] Jonsi and Alex MySpace

.

9. OREN AMBARCHI – Inamorata

.

.

O Oren Ambarchi é um australiano maluco que se envolveu com o Sunn O))) durante a gravação do Black One, cuja bateria foi feita por ele. Desde então, está direto com a banda, seja ao vivo ou em estúdio, além de ser o suporte para as apresentações solo do Stephen O’Malley, tanto como guitarrista, baixista ou baterista. Ele também fez algumas coisas ao vivo com o Boris.

O In Pendulum’s Embrace é um disco muito foda e ouço sempre no Bailão do Autista, festa que promovo para mim mesmo quando ligo a vitrola e rolo meus vinis. O In Pendulum’s Embrace tem só três músicas e é duplo: cada bolacha com 180 gramas, gatefold, uma edição linda! Dá gosto rolar esse vinil, hahaha.

Eu escolhi Inamorata porque é um som muito rico. Toda a base drone parece ter sido criada por um baixo, dando vida a umas texturas e ambientações inteligentíssimas. O som é encorpado, mas muito limpo, um trampo legal pra caralho e totalmente diferente do que você esperaria ouvir em um play do Gravetemple, Burial Chamber Trio e Sunn O))).

[+] Oren Ambarchi Official Website

.

10. DEATHSPELL OMEGA – Second Prayer

.

.

Essa banda é falta de educação com praticamente todas as bandas de black metal atuais. O Deathspell Omega entra na sala, estica o pé na mesa de centro, pega o controle, arrota e o esfrega na sua cara – e você ainda agradece. E vai fazer o quê? É assim mesmo. Do Si Monumentum Requires, Circumspice para frente curto tudo, e é justamente desse play que retirei esse música.

Second Prayer é um som instrumental que começa dedilhando notas em uma guitarra distorcida, e ganha corpo em algum instrumento de fole ou de cordas com arco (me pergunto qual deles ele usou). Tenho o disco original e não diz. E é aí que justifico a escolha: ambos, por conceito, geram drones, e o Deathspell Omega acertou em cheio a maneira de fazer. Um estouro!

[+] Deathspell Omega MySpace

.

11. PHURPA – Nag Bdud Ceremony

.

.

O Phurpa é de longe o que mais tenho ouvido nos últimos tempos. Do dia em que conheci até hoje, não houve uma semana que não rolou alguma coisa deles ou o play solo do Alexey Tegin. Os caras são um grupo de artistas russos que estudam os rituais do Bon, uma cultura tibetana pré-budista. Logo, não são efetivamente uma banda, pois apenas reproduzem e interpretam peças que já existem (segundo o próprio Dmitry).

A música gerada pelo Phurpa é uma parada única, eles usam instrumentos que vão do dunchen (uma corneta quase do tamanho de uma Limousine) a trompetes, flautas e tambores feitos com ossos humanos e peles (não especificam de qual espécie). Esses instrumentos eles conseguem com os próprios monges em viagens que fazem por templos na região da Mongólia e Sibéria. Fora que é um lance completamente sem vida. Não existe expressão alguma na música deles.

Eu escolhi Nag Bdud Ceremony por ser uma peça completa, quase uma hora do que mais parece ser um bate-papo entre um grupo de trolls. Aliás, a maior parte dos drones aqui, além da corneta, é feito pelas vozes, cantando o rgyud-skad (que você acha por aí no YouTube como “throat singing”). Toda a estética do  Phurpa é fantástica, =***

[+] Phurpa Official Website

.

12. FINAL – Wrong Signal

.

.

O Final é um projeto drone/dark ambient do Justin Broadbrick (Napalm Death, Godflesh, Jesu) que começou em 1993 mas entrou num hiato em 1997. Nesse Reading all the right signals wrong, ele faz tudo como manda a cartilha: imundo, opressor e sufocante. Peguei esse disco há um tempo e só tinha ouvido uma vez, mas separei para ouvir de novo quando fui convidado pra fazer essa mixtape. Achei que valeria dar uma chance ao lance do cara.

Escolhi a Wrong Signal porque ela tem um teclado muito massa por baixo de uns barulhos eletrônicos que parecem uma câmara tecnologia de filmes como Forbidden Planet, só que em uma verão produzida pela Hammer, se é que você me entende.

[+] Final MySpace

.

13. HOUSE OF LOW CULTURE – On the Upswing

.

.

Essa banda é outro fenômeno por esses lados. O HoLC é um projeto do Aaron Turner (Isis) que também envolve o Stephen O’Malley (como ele foi citado, não?). Não que eu seja fã do Isis, eu acho a banda bem sacal na maioria das vezes, mas é inegável que o cara tem idéias espetaculares e com essa banda não seria diferente.

O House está na ativa desde 2000, mas eu só tenho esse disco, Edward’s Lament, de 2003, e acho tão foda que tenho medo de pegar mais coisa e me decepcionar.

Escolhi a On the Upswing porque ela tem um violão monótono ao extremo, repetindo a nota incansavelmente por quase 10 minutos. E esse violão me lembra um pouco os trampos solos do Steve Von Till, que poderiam ter entrado aqui também.

[+] House of Low Culture MySpace

.

14. MENACE RUINE – Not Only A Break In The Clouds But A Permanent Clearing Of The Sky

.

.

O Menace Ruine é para mim, hoje, a última palavra em má vontade. Acho o Union of Irreconciliables inacreditável. Certamente entra no topo de uma lista com os cinco lançamentos de 2010.

Not only a Break… foi escolhida porque simplesmente é monumental. Eu imagino um filme ritualístico setentista tendo esse som como background. A voz da mina é a cereja do bolo! Recomendo ouvir esse som abraçado com o primeiro ursinho que tiver por perto e com a cabeça coberta pelo edredon.

[+] Menace Ruine MySpace

.

15. WARDRUNA – Thurs

.

.

Essa banda é fenomenal. O Kvtrafn (ex-Gorgoroth, ex-Det Hedenske Folk) criou uma parada totalmente temática voltado à cultura nórdica com uma caralhada de instrumentos e vozes. Um dos vocais é o Gaahl. Os caras conseguem um resultado fodido, tudo na medida. Runaljod – Gap Var Ginnunga é um puta disco e o destaque é justamente pelo trabalho de voz do pessoal. O Gaahl divide essa tarefa com uma mina que canta muito e as dobras, às vezes em terças, às vezes em oitavas, são feitas pelo próprio Kvitrafn.

Thurs é, na verdade, um interlúdio do CD, por certo é a música mais curta de toda a mixtape, mas foi eleita porque o trabalho de voz do Gaahl é fenomenal. Rola um “crescendo” de vozes que culminam em apenas uma, estendendo a nota por um puta tempo.

[+] Wardruna MySpace 

.

16. STEPHEN O´MALLEY / Z´EV – 6m 7s From 36s From 6m 53s – 7m 27s – 34 Track Submix

.

.

E eis que depois de tanto falar do homem, cá está ele. Mas, dessa vez, ele não vem com a trupe de pseudo-monges do Sunn O))). O Magistral, play de 2007, é um trabalho do Stephen O’Malley com a participação do percussionista Z’Ev. Claro que quando você pensa em percussão, a primeira coisa que vem à mente provavelmente é Olodum e ritmos axezísticos em geral. Mas existem pessoas de bom senso nesse mundo e, pela sua sagacidade, já sabe que não é isso o que você encontrará aqui, afinal, ambos, O´Malley e Z´Ev, usam a música para o bem.

O que aconteceu foi simples: o Stephen O’Malley gravou as linhas dele e entregou na mão do Z´Ev para que ele fizesse o restante. O que você ouve é um monte de manipulação de samplers, onde as percussões ficam como um recurso secundário. O disco está muito mais para um noise droneado que propriamente para algum trabalho que o Stephen O’Malley estava fazendo na época.

Escolhi a 6m 7s (o nome das músicas são assim porque é o tempo de duração de cada uma) porque ela resume o play todo, é a que mais tem percussão + estranheza + samplers.

.

17. WOLVES IN THE THRONE ROOM – Dia Artio

.

.

Essa é a música que abre o Two Hunters, segundo full lenght dos caras. Foi escolhida porque é uma das músicas mais lindas na vibe má vontade de todos os tempos. Enjoy.

[+] Wolves In The Throne Room MySpace

.

.

Anúncios
11 Comentários leave one →
  1. 30/08/2011 23:37

    esperava um aidan baker, um james plotkin, um la monte young… tem o’malley demais pro meu gosto. =[

  2. 31/08/2011 10:00

    Vou comentar pontuando.

    1. A mixtape é minha, logo é sobre meu gosto.
    2. As escolhas que fiz foram baseadas no que ouvi nos ultimos tempos. A não ser que sua expectativa seja que eu não nao manja o trampo do Baker, Plotkin ou do La Monte Young (risos)
    3. Stephen O’Malley leva todo o mérito por aparecer tanto. E na verdade das 17 bandas, ele tá em tres. Acho que o número corresponde adequadamente ao tanto que ele se envolve com o rolet, nao que outros nao o façam, mas o critério é meu, manja?

  3. 31/08/2011 12:07

    Parabéns pros caras do excepcional blog UGRA PRESS pela Mix tape que fizeram com a Biblioteca dronistica chamada Vakka. 60% do que o cara mandou eu não conhecia e graças a esse post to baixando tudo.

  4. 31/08/2011 16:26

    Ô coisa linda e lerda!

  5. 01/09/2011 11:20

    Tocou meu ❤ esse bonde safardano do drone. 🙂 Vou fazer um ritual de adoração pra essa mix tape, com mta paçoca e toddynho. \n// Obrigada Vakka e Leandro, pela graça alcançada! =* (MAI KEDÊ KHANATE? #brinks)

    • 01/09/2011 18:42

      Servimos bem para servir sempre 😉

      Paçoca e Toddynho é um combo que só perde pro mate com leite do Rei do Mate.

  6. André permalink
    03/09/2011 17:03

    Drone é que nem punheta e jazz, só é legal pra quem tá “tocando”.
    Brincadeira, eu gosto de drone, achei muito foda a mixtape. Pra não sair da lógica de “masturbação”, pra mim, drone é como quando minha mina bate uma siririca: eu gosto de ver, ou no caso, ouvir. haha

    Valeu!

  7. 15/09/2011 17:21

    Não curti, drone é uma ferramenta estística? Sim.
    Mas… sou mais uma http://www.dronerecords.de/
    Do que uma http://www.southernlord.com/

    E quem veio antes?

    O drone.
    Gosto é gosto e mais uma vez assumo que opinião é que nem cu.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: