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História e características dos zines – parte 2

07/04/2010
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Segunda e última parte do texto “The History and Characteristics of Zines”, de Fred Wright.

Texto e tradução: Douglas Utescher

Concluindo este interessante estudo sobre o universo zineiro, Fred Wright traça um paralelo entre os zines e outras publicações desobedientes de diversos lugares e contextos históricos. Da mesma maneira, aponta semelhanças entre os aspectos formais dos zines e os de outras manifestações artísticas ou (contra)culturais.

Ao fim do texto, incluímos uma pequena biografia do autor. Boa leitura!

 

 

Outros antepassados

Ironicamente, apesar dos zines parecerem descender dos fanzines, em espírito eles também fazem eco a empreendimentos de auto-publicação mais antigos, de espírito independente e grande vitalidade, como os broadsides americanos da época da Revolução, o material da Samizdat russa, o Dada e as revistas e manifestos de outros movimentos de vanguarda artística e social, além dos chapbooks de poesia beat.

Apesar de ser quase certo que a maior parte dos editores de zines seja formada por pessoas que leram fanzines ou outros zines antes de começarem seus próprios zines, é incerto o grau de familiaridade que eles têm dessas publicações antigas, exceto por boato. Todavia, vários editores de zines reivindicam afinidade com essas publicações e, aparentemente, como um sussurro nos corredores da História, esses trabalhos, apenas pelo fato de terem um dia existido, servem tanto como inspiração quanto como influência para muitos dos zines de hoje.

 

Chapbooks de poesia Beat [1]

À parte dos fanzines, os chapbooks mimeografados dos anos 1940 e 1950 produzidos pelos escritores Beat e poetas da chamada San Francisco Poetry Renaissance são geralmente citados como a mais imediata fonte dos zines de hoje. Devido à pequena audiência que essas publicações tinham inicialmente, os Beats e os poetas de São Francisco “aperfeiçoaram essas publicações de pequena tiragem, belamente manipuladas, chamadas chapbooks”. De acordo com o zineiro Michael Stutz:

 

“Eles mimeografaram toneladas de material, pequenos chapbooks e folhetos de poesia – e tudo isso vem diretamente do Maior Poeta Vivo, Allen Ginsberg. Sua intenção era tentar levar seu trabalho e o de seus amigos (como Burroughs e Kerouac) ao público… quando ele se ligou às pessoas de São Francisco, ele fez a mesma coisa… eles fizeram pequenos livretos para auto-promoção, e isso funcionou.”

 

Zines, particularmente os artísticos ou literários, continuaram a tradição Beat de design inovador e de qualidade. Muitos editores de zines também carregam o imediatismo e o espírito “faça-você-mesmo” dos chapbooks beats, tanto no modo de escrever quanto nos métodos de edição, em seus próprios trabalhos.

 

Broadsides da Guerra Revolucionária

Os beats e os poetas de São Francisco, no entanto, podem ser vistos apenas como um passo numa longa tradição americana de individualismo, especialmente no que diz respeito a imprimir e editar.

Seth Friedman, editor do Factsheet Five, é citado por ter dito “Benjamin Franklin fez zines. Ele publicou seus próprios pensamentos usando seu próprio equipamento. E não era sobre o mercado de revistas. Ele fez tudo à sua maneira.” Franklin, assim como quase todos os impressores da América colonial, além de receber encomendas de fora, publicou paralelamente seu próprio trabalho em forma de panfletos e broadsides.

A frequência desta prática aumentou quando a América colonial rompeu com a Grã-Bretanha, com impressores assumindo os dois lados, como Carl Berger descreve em “Broadsides and Bayonets: The Propaganda War of the American Revolution” (“Broadsides e Baionetas: a Propaganda de Guerra da Revolução Americana”, inédito no Brasil): “Desde o início, essa foi uma guerra tanto de palavras quanto de pólvora, com cada protagonista tentando subverter e enfraquecer o campo inimigo com argumentos cuidadosamente preparados.” O forte paralelo entre os impressores da época da Guerra Revolucionária disseminando suas visões políticas através de panfletos e broadsides e os editores de zines espalhando suas opiniões e pontos de vista através dos zines é facilmente formulado, especialmente porque independência e autonomia operam tão fortemente nas atividades de ambos.

Também poderia ser argumentado que o paralelo, especialmente considerando a declaração de Friedman, demonstra como editores de zines tentam trazer o atualmente corporativo e complexo mundo das publicações de volta às suas raízes, aos solitários dias de impressão de Franklin.

 

Samizdat russa

Outra atividade editorial majoritariamente política que serve como um paralelo aos zines de hoje é a atividade russa de Samizdat, mais comum durante os tempos da União Soviética. “Samizdat” significa literalmente “auto-publicação”, e George Saunders, no prefácio de “Samizdat: Voices of the Soviet Opposition” (“Samizdat: Vozes da Oposição Soviética”, também inédito no Brasil, mas já editado em Portugal na década de 1970), descreve suas origens: “Samizdat é um um termo soviético cunhado por dissidentes pós-Stalin para a antiga prática revolucionária russa, dos tempos da censura czarista, de circular material não censurado privadamente, normalmente de forma manuscrita – poesia não conformista e ficção, memórias, documentos históricos, declarações de protesto, registros de julgamentos, etc. O nome “Samizdat”- auto-publicação – é uma irônica paródia de siglas oficiais como “Gosizdat”, que significa Editores do Estado (abreviação para Gosudarstvennoe Izdatelstvo). De forma mais coloquial, pode-se traduzir Samizdat como a imprensa faça-você-mesmo. A mensagem é clara: “se os burocratas não vão imprimir isto, nós mesmos faremos o serviço”.

Editores americanos de zines não precisam se preocupar com burocratas que não queiram imprimir seus materiais: seu inimigo é o mercado. Muitos zines preenchem nichos que editores mainstream não irão preencher, com razões que vão do assunto (por exemplo, The Black Flame, que lida com Satanismo) à viabilidade comercial (por exemplo, 8-Track Mind, um fórum para colecionadores de cassettes de 8 pistas). Zines, assim como o Samizdat, também se definem enfaticamente contra o oficial e a cultura mainstream, e oferecem uma forma alternativa de comunicação.

Os editores de zines, portanto, algumas vezes referem às suas atividades como uma espécie de Samizdat. Isto é mais facilmente evidenciado no livro de Merritt Clifton, “The Samizdat Method” (“O Método Samizdat”, inédito no Brasil), que instrui aspirantes a editores de zine ou de qualquer outra publicação underground sobre como montar seu próprio equipamento de impressão.

 

Dada

Assim como os participantes da Samizdat, os rebeldes artísticos do Dada, particularmente nos primórdios do movimento em Zurique durante a Primeira Guerra, tiveram que recorrer às publicações underground para poderem fazer declarações ousadas como “nós reivindicamos o direito de mijar em cores diferentes.” Além do desejo de chocar as sensibilidades burguesas (o que viria a se tornar uma característica comum em muitos dos zines de hoje), as revistas Cabaret Voltaire, Dada, 291, 391 e New York Dada também demonstraram técnicas que se tornariam matérias primas para os zines: linguagem bombástica, detournement e colagens.

Muitas dessas técnicas seriam mais tarde adotadas pelos surrealistas em suas publicações, e em seguida também os situacionistas iriam utilizar as mesmas técnicas. A influência das publicações situacionistas, filtradas pelo movimento punk do final dos anos 1970, faria Bob Black refletir, em seu livro “Abaixo do Underground”, de 1994, que “uma quantidade significativa dentre os milhares de zines que surgiram nos últimos 15 anos parecem versões bagunçadas das publicações da Internacional Situacionista”.

As técnicas desses vários grupos de vanguarda artística e social continuam nos zines de hoje especialmente por que elas são muito acessíveis. Colagens são fáceis de fazer, e certamente todo mundo já praguejou uma vez ou outra. Detournement (demonstrado mais simplesmente pela substituição dos textos de tiras em quadrinhos) também pode ser feito facilmente – alguns traços da caneta é tudo o que é necessário. Todas essas técnicas têm sido há muito marcas de rebeldes artísticos de todos os cantos e são características integrais da cultura zinística.

 

Apropriação

Colagem e detournement frequentemente envolvem ícones da cultura de massa e são partes de uma estética difundida em zines que envolve a apropriação da cultura de massa para os propósitos do editor do zine. Essa apropriação de ícones da cultura de massa pode ser mais facilmente percebida na deformação e distorção de nomes dessa cultura. Os nomes de boa parte dos zines vão do ultrajante (por exemplo, Asshole Weekly, Fucktooth, Murder Can Be Fun, etc.) ao meramente tolo (por exemplo, Eat Poop, Fat Nipples, Tangy Bunnies, etc), mas alguns são especialmente pensados para perturbar as sensibilidades das pessoas ao subverter os nomes de grandes revistas como Better Homes and Gardens e SPIN em Better Homos and Gardens e SPUN.

O beliscão no nariz do mainstream também pode ser visto na apropriação de imagens da cultura de massa pelos zines. No primeiro número do zine Asbestos, um anúncio da vodka Absolut, que frequentemente é veiculado em revistas de grande circulação, aparece com a cabeça de um pênis no topo da garrafa. Na legenda pode-se ler “Absolut Dick”, mudando em absoluto a mensagem por trás do anúncio. Os cartoons de Bil Keane (“The Family Circus”) que aparecem com novas legendas no zine Angry Thoreauan também são ótimos exemplos de apropriação e deformação. As legendas substituídas dão aos cartoons um tom sinistro. Por exemplo, Mommy dá uma bronca em Jeffy e P.J. por colar adesivos na geladeira dizendo a eles “porque vocês não tentam decorar a geladeira por dentro?”. Em outro cartoon, a conversa de Dolly e Jeffy em um telefone construído com copos de papel consiste de “Foda-se foda-se foda-se foda-se” e um “foda-se você também.”

Se esses fossem cartoons que originalmente apresentassem personagens não-familiares, é provável que as piadas nem de longe fossem tão divertidas, ou sequer de alguma forma divertidas. É precisamente o fato de que os cartoons foram retirados de seu contexto original e adequados à proposta do zine que dá às legendas o poder do seu humor e do seu choque.

A apropriação e distorção de formas e imagens da cultura mainstream é uma parte da produção de zines há muito estabelecida. Elas remetem a experimentos literários como a apropriação que James Joyce fez de slogans publicitários em Finnegans Wake e as experiências de William Burroughs de cut-up envolvendo manuscritos e jornais. Em seu livro sobre o movimento punk do final da década de 70, “A Inglaterra está Sonhando”, Jon Savage descreve o processo de apropriação, usando uma das anotações em seu diário da época:

 

“30.11.76: Na hora do almoço, eu sento na privada atacando pedaços de papel com cola Pritt numa verdadeira febre – tenho que fazer isso agora, agora. “Isso” é um fanzine. NME (New Musical Express, revista inglesa de música), anuários pop dos anos 60, Wilhem Reich e prospectos de prostituição são retalhados e transformados em uma peça improvisada sobre violência, fascismo, Thatcher e o apocalipse iminente.”

 

A linguagem que Savage usa para descrever a apropriação (“atacar” e “retalhar”) é adequada, porque essa apropriação é, de fato, um ataque à cultura mainstream. O editor do Netshaker, Crackerjack Kid, explica que essa é uma tentativa de definir uma voz individual através da subversão da mídia que, dia e noite com suas imagens, barra constantemente essa voz. “Zineiros usam os fanzines para esmagar a era da comunicação com ruído midiático, apropriando-se das verdades ficcionais estabelecidas pela mídia, descontextualizando suas imagens, subvertendo seus dogmas políticos, sociais, econômicos e culturais mediados.”

 

Detournement

O detournement descrito por Crackerjack Kid foi definido pela Internacional Letrista, um grupo de jovens parisienses dos anos 1950, como sendo “o roubo de artefatos estéticos de seus contextos originais e o desvio para o contexto da imaginação de alguém”. Como Greil Marcus descreve em seu livro “Lipstick Traces” (“Marcas de batom”, inédito no Brasil), detournement era uma forma de reivindicar significado em um mundo “onde as palavras eram sem significado, apesar de governarem o mundo”.

Assim como a substiuição das legendas do cartoon “Family Circus” no Angry Thoreauan e a deformação no anúncio de vodka no Asbestos, o uso de detournement na Internacional Letrista era, nas palavras de Marcus, “uma política de citação subversiva, de cortar as cordas vocais de todos os porta-vozes estabelecidos, símbolos sociais arrancados do espelho”. A subversão da cultura estabelecida por métodos como o detournement é atraente para a subcultura, porque ela cava um espaço para viver e crescer dentro da cultura dominante (ou, em termos lacanianos, a ordem Simbólica – sistemas como cultura, linguagem, governo e religião que definem questões humanas de acordo com suas leis e suas fronteiras) que constantemente ameaça afogar formas de subcultura.

 

Estilo de Subcultura

Em seu livro, “Subcultura: o significado de estilo”, Dick Hebdige interpreta subcultura “como uma forma de resistência em que as contradições e as objeções à ideologia dominante são obliquamente representadas em estilo. Eu usei especificamente o termo “ruído” para descrever o desafio à ordem simbólica que tais estilos parecem constituir”. O ruído que Hebdige descreve pode ser visto operando na subcultura de zines. A própria aparência de muitos dos zines – desalinhada, mal educada, impressa em papel barato, “aparentemente por puro capricho, frequentemente sem uma clara ideia sobre um bom layout ou um bom design” – pode ser vista como uma reação à pretensa elegância das revistas mainstream.

Essa atitude emerge diretamente dos fanzines punks da década de 70, que forneceram “um espaço crítico alternativo dentro da própria subcultura para contrariar a hostilidade ou ao menos a cobertura ideologicamente tendenciosa que o punk estava recebendo da mídia.” De acordo com Hebdige, a aparência nada sofisticada desses fanzines contribuiu para um sentimento de autenticidade :

 

“A linguagem que emoldurou os vários manifestos era definitivamente a linguagem da classe trabalhadora (ou seja, era salpicada de palavrões) e erros de digitação, erros gramaticais, erros ortográficos e paginação bagunçada eram deixados sem correção na prova final. As correções e rabiscos que eram feitos antes da publicação eram mantidos para que o leitor decifrasse. A impressão esmagadora era de urgência, de um papel produzido com pressa indecente, de memorandos vindos direto da linha de frente”.

 

Além da mercantilização

O efeito de urgência que Hebdige descreve leva o leitor a acreditar que os fanzines punks eram autênticos, eram o coração do assunto. Eles existem longe da mercantilização, eles são verdadeiros. Fanzines punks não tem tempo para se corromper com as exigências mesquinhas do mercado. Eles vêm direto da fonte.

Se a beleza é usada como um método para enganar pessoas para que comprem itens de consumo inúteis para que o vendedor obtenha lucro, então a aparência tosca dos fanzines punks demonstra que estes – mesmo que vendidos em pequenas lojas de discos – existiram fora da teia de comprar e vender. Uma crença similar em muitos dos zines de hoje. Em um mundo em que tudo é mercadoria, a sujeira denota autenticidade – algo que existe além do comércio – “um presente sem etiqueta de preço”, como Roger D., editor de Cold, descreve sua concepção de zine.

 

Independência e autonomia

A aparência tosca de suas publicações é apenas uma parte de uma grande declaração de independência e autonomia dos editores de zines, que essencialmente corresponde a um polegar no nariz da ordem simbólica que tenta designar e definir as fronteiras das questões humanas. A ênfase dos zines em independência e autonomia também explica porque a maioria dos editores prefere trocar seu trabalho pelo trabalho de outros, ao invés de vendê-lo. Ao evitar o dinheiro, exceto quando é absolutamente necessário, editores de zines desafiam e subvertem a ordem simbólica. Eles evitam o sistema oficial de transações comerciais e retornam ao antigo sistema de trocas, trocando bens diretamente por outros bens. O uso do sistema de trocas permite que as transações aconteçam em uma natureza mais pessoal, uma das principais preocupações dos zines em todos os sentidos.

_____________________________________________________________________

[1] Até onde sabemos, não existe uma tradução precisa da palavra “chapbook” para o português. O E-dicionário de Termos Literários fornece a seguinte definição: “Termo inglês utilizado por coleccionadores para designar um pequeno livro ou panfleto contendo contos populares, baladas, poemas, etc., comercializado por vendedores ambulantes, os chamados chapmen. Normalmente não ultrapassava as vinte e quatro páginas e continha com frequência xilogravuras rudemente impressas. Embora bastante divulgados nos sécs. XVI – XVII, é no séc. XVIII que os chapbooks conhecem o seu apogeu. Reproduzindo acontecimentos bizarros, vidas de criminosos, contos tradicionais, antigos romances e nursery rhymes, entre outros, eram uma alternativa aos panfletos didácticos e moralistas da altura. Mas não só na diversidade da temática residiu o seu sucesso. Também o seu preço irrisório contribuiu para que se tornassem na principal fonte de leitura recreativa de adultos e crianças de todas as classes sociais.”

 

Sobre o autor: Fred Wright, ou Wred Fright (seu nome de zineiro), começou a publicar zines em 1992 com um jornal chamado “SMASH”. Curioso a respeito do porquê ele estava interessado em publicar zines, em 1995 escreveu uma tese de mestrado chamada “Personalidade em desfile: uma análise psicoanalítica da revolução dos zines”, onde usou teorias psicoanalíticas para explorar porque as pessoas leêm e escrevem zines. Enviar cópias de sua tese para agradecer os editores que ele havia entrevistado para seus estudos fez Wright se envolver novamente com os zines e começar a publicar seu zine literário chamado “drinkdrankdrunk” e escrever para “Zine World: A Reader´s Guide to the Underground Press”. Em 2001, esse envolvimento resultou em uma tese de doutorado chamada “Dos zines aos Ezines: publicação eletrônica e o underground literário”, que explorava como os editores de zines estavam reagindo às opções de publicação eletrônica que a Internet fornecia. Seu último zine, publicado entre 2002 e 2003, “The Pornographic Flabbergasted Emus”, era uma novela em série sobre uma infeliz banda de garage rock vivendo em uma cidade universitária. Essa novela foi lançada livro em 2006 pela Underground Literary Alliance Press. Desde então, ele tem contribuido ocasionalmente para zines como “Go Metric” e “Xerography Debt”, mas tem concentrado a maior parte de seus esforços como editor online, como a novela em série “Blog Love Omege Glee”, que pode ser encontrada, junto com muitos de seus outros trabalhos, em Wredfright.com. Ocasionalmente, ele continua a estudar zines academicamente (seu último trabalho pode ser encontrado em Books and Beyond: The Greenwood Encyclopedia of New American Reading [2008] e online em Zinewriters.net), além de participar da subcultura de zines (por exemplo, ele contribui para o alt.zines a.p.a. “zap!!”). Também leciona na Ursuline College em Pepper Pike, Ohio, Estados Unidos.

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2 Comentários leave one →
  1. 08/04/2010 23:31

    Muito bom
    Você mencionou as publicações do Dada, o site da universidade de Iowa scanneou todas as publicações suíças e alemães do movimento Dada e publicou neste endereço: http://sdrc.lib.uiowa.edu/dada/collection.html pra quem quiser checar.
    A qualidade gráfica do material é fantástica.

    abraço

  2. 09/04/2010 09:38

    Jakob!
    Genial esse link. Obrigado por compartilhar!

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